O trabalho está em desenvolvimento pelo Consórcio Regeneração Urbana Dilúvio, formado pelas empresas Profill, Pezco e Consult.
A edição EXTREMOS traz foco às mudanças climáticas e soluções que o planejamento urbano pode ofertar. A OUC Regenera Dilúvio contribui com este cenário ao buscar a integração de desenvolvimento urbano, sustentabilidade ambiental e infraestrutura, considerando os impactos dos eventos climáticos recentes na capital gaúcha, e preparar o território para que as transformações urbanísticas ocorram com o devido suporte e coesão com o planejamento municipal.
Dentre as diversas propostas para a região da Avenida Ipiranga e entorno, destaca-se a criação de um parque linear às margens do Arroio Dilúvio, que funcionará como eixo ambiental e de lazer que estimula a transformação urbana das quadras adjacentes.
Juliana Tonet, Diretora da Profill e membro da coordenação da OUC Regenera Dilúvio, celebra:
“Ficamos muito felizes que este trabalho, tão multidisciplinar, tenha sido escolhido para a Bienal! A proposta do Parque já bastante positiva, uma vez que busca melhorar a ambiência urbana e despoluir o Arroio Dilúvio, mas destaco, ainda, a questão da integração com a Cidade e o uso de Soluções Baseadas na Natureza, com a rede verde azul.”
O arquiteto e urbanista, Marlon Longo, que liderou a candidatura da OUC Regenra Dilúvio na Bienal destaca.
“A 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, que teve sua primeira edição em 1973, é um dos principais fóruns da arquitetura e urbanismo no Brasil. A inclusão da Operação Urbana Consorciada Regenera Dilúvio na exposição é uma oportunidade para apresentarmos uma proposta em escala urbana, sensível ao impacto dos eventos climáticos extremos em Porto Alegre e comprometida com a transformação integrada e sustentável do território no contexto brasileiro.”