Profill inicia batimetria para medir profundidade dos rios de grande porte do Rio Grande do Sul

Profill inicia batimetria para medir profundidade dos rios de grande porte do Estado com levantamentos no Rio Taquari, em Triunfo.

A primeira ação foi no Rio Taquari, em Triunfo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O objetivo é identificar pontos críticos de acúmulo de sedimentos e outras alterações no leito, especialmente após eventos extremos, como as enchentes que atingiram o Estado em 2024. A batimetria traz informação fundamental para melhorar o sistema de alerta de inundação por meio de modelagem hidrodinâmica – simula com maior precisão o comportamento do fluxo de água – e aprimorar o planejamento de gestão de eventos críticos de natureza hidrológica no Rio Grande do Sul.

Os dados obtidos vão subsidiar decisões técnicas sobre futuras intervenções previstas no Programa de Desassoreamento do Rio Grande do Sul (Desassorear RS), iniciativa do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. A atividade integra o Eixo 2 do programa e conta com investimento de R$ 45,9 milhões voltado aos rios de grande porte.

Conhecendo as profundezas dos rios

Se as réguas instaladas em diversos pontos estratégicos medem a dinâmica das águas na superfície, a batimetria ajuda a identificar o perfil do relevo submerso dos rios, por meio de sonar e geolocalização. Para fazer a medição é usado o ecobatímetro, instrumento que usa uma antena de receptor GNSS (semelhante ao GPS). Ela demarca pontos geoposicionados que indicam a altura da qual o equipamento está operando, como referencial do dado coletado.

Segundo Diego Silva, engenheiro da Profill Engenharia, esse equipamento possui um sonar, que faz uma varredura do rio.

“À medida que o barco se desloca, o dispositivo vai emitindo um sinal sonoro que bate no fundo e volta para o equipamento. Pela velocidade desse retorno é que se determina a profundidade. Fazendo diversas coletas na mesma linha, vamos obter o que se chama seção batimétrica, que é a profundidade daquela seção do rio. Com todas as seções realizadas, vamos ter um perfil do leito daquele recurso hídrico”.

A batimetria também é feita no trecho seco das margens. O técnico caminha com a antena, demarcando os pontos, ou utiliza drones com mapeamento da área por laser. Isso ajuda a registrar a topografia das margens para auxiliar nas previsões de onde o nível do rio pode subir em níveis críticos.

Patrícia Cardoso, Diretora da Profill, reforça os esforços para o atendimento ao cronograma proposto, com entrega de informações técnicas, que fortalecerão o sistema de alerta e contribua na prevenção e gestão de eventos hidrológicos críticos no Rio Grande do Sul.

Veja texto na íntegra em: https://www.estado.rs.gov.br/batimetria-ja-esta-em-campo-para-medir-profundidade-dos-rios-de-grande-porte-do-estado

Outras matérias sobre o estudo:

GZH

Jornal Correio do Povo

Jornal do Comércio

Portal Expansão

Agora no Vale

Portal Arauto

Clic Camaquã

Saiba mais detalhes deste projeto: https://profill.com.br/levantamento-topobatrimetrico-no-rs-para-modelagem-hidrodinamica-e-emissao-de-alertas-consultoria-especializada-profill/

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