Engenharia e Sustentabilidade no Rio de Janeiro
Dois projetos estratégicos em andamento no estado do Rio de Janeiro reforçam o compromisso da engenharia com a gestão de riscos ambientais e a segurança hídrica. As iniciativas capitaneadas pela Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (AGEVAP), abrangem duas regiões hidrográficas de grande relevância: a Baía de Guanabara (RH-V) e o Rio Guandu (RH-II), áreas que concentram parte significativa da região metropolitana e a totalidade da capital e desempenham papel essencial na qualidade de vida da população.

O Plano de Gerenciamento de Riscos da Baía de Guanabara (PGR RH-V)
Foram realizadas oficinas com atores estratégicos da RH-V para apresentar protocolos e diretrizes do Produto 3 do Plano de Gerenciamento de Risco, denominado Plano de Contingência e Matriz de Responsabilidade. Os eventos tiveram como foco a consolidação de protocolos e diretrizes construídos a partir dos riscos identificados no estudo anterior, que analisou seis tipologias de eventos críticos.
O PGR visa fortalecer a capacidade institucional de resposta, estimular a cooperação entre diferentes entidades e a adoção de medidas que contribuam para mitigar ou reduzir os impactos associados à ocorrência desses eventos, garantindo maior segurança ambiental e social para a região.
As definições do PGR da RH-V contém inovações e especificidades importantes do ponto de vista do gerenciamento de risco. Em especial, o reconhecimento de ações operacionais e alçadas previstas na Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC, Lei Federal 12.608/2012), para o enfrentamento local das diversas fases do risco e do desastre (Prevenção, Mitigação, Preparação, Resposta e Recuperação). Além disso, o PGR propõe a criação de um bloco de ações estratégias e regionais, com abrangência sobre a RH-V como um todo, sobre as quais o CBH BG e seus Subcomitês podem efetivamente contribuir.
O Plano de Contingência de Abastecimento de Água do Rio Guandu (PCAA Guandu)
Na RH-II, está em curso a revisão do Plano de Contingência para Abastecimento de Água (PCAA-Guandu). O processo inclui encontros com instituições responsáveis pela resposta a emergências, com foco em protocolos de acionamento e fluxos de atuação diante de diferentes cenários de risco.
Os eventos da revisão do PCAA Guandu tiveram como propósito aprimorar os fluxos de acionamento e os protocolos de emergência diante dos diferentes cenários de risco previstos. Foram convidadas instituições responsáveis pela resposta a emergências e criando espaços de diálogo voltados à construção de uma atuação coordenada. A iniciativa busca garantir que, em situações críticas, a resposta seja estruturada e efetiva, assegurando a continuidade do abastecimento de água para milhões de pessoas.
O plano organiza os cenários de risco em três grupos principais: o primeiro, relacionado a eventos como inundações, enxurradas, descargas atmosféricas, secas e movimentos de massa; o segundo, voltado às situações de contaminação; e o terceiro, que contempla riscos associados à interrupção da transposição do Rio Paraíba do Sul ou ao rompimento de barragens. Essa abordagem integrada reforça a resiliência da região e fortalece a segurança hídrica da capital fluminense.
A Profill Engenharia tem orgulho de conduzir a elaboração do Plano de Contingência ao Abastecimento de Água da Bacia do Guandu (PCAA Guandu), iniciativa estratégica para fortalecer a segurança hídrica de uma das regiões mais importantes do Estado do Rio de Janeiro. O trabalho busca aprimorar a prevenção, preparação e resposta a eventos críticos que possam comprometer o abastecimento de água, contribuindo para a resiliência dos sistemas e para a proteção da população atendida. Trata-se de um projeto de elevada relevância técnica e institucional, alinhado aos desafios atuais de gestão de riscos e adaptação climática.
Compromisso com o futuro
Os dois planos representam passos decisivos à articulação e preparação para a segurança ambiental e do abastecimento da população. A Profill se orgulha de fazer parte de processos fundamentais ao integrar conhecimento técnico, protocolos de emergência e cooperação institucional, cooperando com o a gestão dessas regiões hidrográficas, que avançam na construção de um modelo de gestão de riscos ambientais e hídricos que pode servir de referência para outras regiões do país.
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